Esporte melhora a saúde e o desempenho intelectual e profissional das mulheres

Postado em 10 de abril de 2018


Cardiologista comenta evolução da inclusão das mulheres nas práticas esportivas através do tempo e destaca a importância da atividade física na vida delas.

Ainda dentro do mês de março, o mês da mulher, tivemos uma notícia importante, a mais jovem laureada com o Nobel da Paz, a paquistanesa Malala Yousafzai, voltou para sua terra natal pela primeira vez desde o atentado que sofreu do Talibã por defender a educação mínima das meninas no Paquistão. Voltou para incentivar efetivamente, com educação e esporte, as mulheres por meio de um fundo internacional, o Malala Fund, patrocinando mulheres que pretendam estudar e serem atletas.

O ainda presente critério de descriminação das mulheres no esporte remonta as origens dos Jogos Olímpicos da Grécia antiga, onde elas eram proibidas tanto de competir, como de assistir às competições. Desde 1972 quando o governo norte-americano liberou as verbas federais para todos, o princípio do emponderamento das mulheres, ou seja, algo como dar a elas a igualdade em todas as ações, foi fundamental para que os países ocidentais também mudassem de atitude. Com isso, elevaram a autoestima feminina e passaram a lhes designar papéis de liderança nas empresas.

Dessa forma, puderam ajudar as mulheres a obter independência econômica e, como detectado em várias pesquisas, sucesso dos filhos, visto que não só ocorre a melhora da saúde pela prevenção cardiovascular e do câncer, corrigindo os fatores de risco como o sedentarismo, a hipertensão arterial, o tabagismo e o colesterol ruim acima do normal.

O grande movimento em todo o mundo é o de incentivar e equalizar os prêmios de homens e mulheres que participam de provas esportivas que persistem diferentes na maioria dos eventos. Países de origem árabe, como Arábia Saudita e Kuwait, estão aos poucos se abrindo nesses conceitos, e entre nós, por incrível que possa parecer, existem diferenças bem determinadas entre os gêneros masculino e feminino quanto aos prêmios e outras valorizações (contratos de patrocínios) decorrentes das provas esportivas brasileiras.

*As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com e nem mesmo da Biomig Brasil. 

Por Nabil Ghorayeb – Globo Esporte – Eu atleta
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